Tenho muita pena de quase ninguém mais se lembrar da análise vetorial que estudamos nas aulas de física do secundário, porque ela é ótima para se entender o jogo de forças que operam em nós, sem que percebamos. E se a gente consegue entender essas forças, podemos comandar melhor nossa vida na direção que desejamos.
Então vou fazer duas coisas: lembrar como era a análise vetorial que aprendi, e depois eu mostro uma tradução visual que imaginei e que pedi ao Perplexity para desenhar.
1. Análise vetorial: sobre um ponto, várias forças (os tais vetores) se aplicam, tracionando o ponto com intensidades e direções diferentes. Esse conjunto combinado faz com que o ponto se mova numa direção chamada de “resultante”. Se qualquer força mudar de direção ou de intensidade, a resultante também mudará.
2. Desenho do Perplexity: pedi a ele que desenhasse um anel com várias cordas amarradas a ele, com direções e forças diferentes. Cada corda é puxada por um de nossos componentes mentais, como o Ego, o Id, o Superego, cada um de nossos desejos e medos, e mais a realidade externa.
O Ego tenta gerenciar as outras forças, mais as circunstâncias, para fazer o anel ir na direção que ele quer. Mas é claro que isso não é fácil, sobretudo se ele não entende bem essas forças.
É assim que funcionamos. A Psicanálise do Superego busca entender cada força dessas, de modo que nosso Ego (Eu) possa ir para onde ele realmente quer.
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