Das doenças
(neuroses, vícios, síndromes do pânico e outras, depressão etc.)
1. Você já tem os diagnósticos claros?
2. Já sabe que sintomas estão ligados a eles?
3. O acompanhamento deve ser semanal.
4. O acompanhamento e a avaliação devem ser percentuais, começando em 100%, podendo subir ou descer.
5. Entender que tendência de curva é sinal de progresso (ou de recaída), não precisa haver modificação radical.
6. Registrar “lucros e prejuízos”, melhoras e recaídas.
7. Não se surpreender com oscilações da curva, a melhora nunca é perfeitamente linear.
8. Registrar se o entendimento produziu alívio.
9. Não se confundir com a doença ou com o Superego, pois eles não são você, são bugs no sistema.
10. Se não houver alívio perceptível em duas/ três semanas, revisar o processo de diagnóstico, pois o original pode estar errado.
Desadestramento do Superego
1. Você está conseguindo perceber quando ele entra em cena com seus choques (vergonha, culpa, angústia, ansiedade, ridículo)?
2. Você está conseguindo traduzir e entender as mensagens dele? Está conseguindo “fazer ele falar”?
3. Você está conseguindo argumentar contra suas cobranças, imposições, condenações, julgamentos?
4. Você está conseguindo discutir as leis erradas dele?
5. Você já compreendeu que isso é um processo que não acaba, pois ele não zera, só diminui?
6. Você se sente bem treinado nesse processo de reconhecer e de discutir quando ele entra em cena?
7. Você percebe que as coisas que você gosta estão mais sendo feitas por gosto do que por dever e obrigação?
8. A avaliação do alívio do Superego requer mais tempo de prática do que a dos sintomas de doenças, é preciso ter isso em mente.
Aprendizado dos desejos
1. Como estamos falando dos desejos interpessoais, vamos lembrar dos tipos de encontro (intelectual, afetivo e erótico). Lembrando: vamos olhá-los em separado, mas eles costumam vir misturados.
2. Como aferidor do desejo, a bússola é sempre o prazer / desprazer. Se não der prazer, não faz parte do seu desejo.
3. Encontro Intelectual:
4. Quando sozinho, você tem claro o tipo de assunto que te interessa?
5. Você tem claro o tipo de conversa que te agrada e do que gosta de conversar?
6. Você tem claro que pode escolher seus interlocutores, como se fosse um empresário fazendo entrevistas para o bom funcionamento de sua empresa?
7. Você tem claro que o critério é o gosto, nunca a obrigação?
8. Encontro afetivo:
9. Você tem claro do tipo de afeto que predomina em você? (amizade, amor companheiro, parceria cooperativa, posição filial, posição paternal, posição de liderança, posição seguidora, posição mais ativa, posição mais passiva etc.) Lembrando: falamos de predomínio, pois mudanças de posição, sempre as há
.
10. Você tem claro que, se é a paixão que te atrai, ela precisa ser bem entendida, pois o risco de haver neurose de transferência e idealização irrealista é muito grande.
11. Você tem claro que, se é o amor, ele precisa ser bem entendido, pois há muita confusão envolvendo esse termo.
12. Encontro erótico:
13. Você tem clara a sua orientação sexual predominante? (Homem: tesão visual; Mulher: fantasias e devaneios erótico/afetivos).
14. Você tem claro o seu direito de sua orientação sexual não ser necessariamente única? De haver proporções percentuais diferentes?
15. Na masturbação:
a. Homens e mulheres: quais são os devaneios ou pornografia principais? Eles servem como bússola para entender o perfil singular do seu desejo.
b. Você prefere desejar mais que ser desejado, ou vice-versa? Qualquer preferência é do seu direito, não existe preferência “certa”.
c. Você prefere ser ativo ou passivo (não importa em qual orientação sexual)? Dominante ou dominado (idem)?
d. Você separa muito o encontro erótico dos outros encontros, ou gosta mais dos misturados?
e. Você entendeu que pode ter mais de um gosto, que estamos apenas investigando predominância?
Experimente: drdaudtai.com






