O Superego é minimamente funcional, pois ele funciona como a tirania, como as ditaduras: como uma forma de governo. E sem governo se estabelece a anarquia, a bagunça, o confronto permanente no convívio social com estranhos.
Mas a ditadura é um governo tosco voltado para os interesses do ditador, em primeiro lugar, sem consideração pelas diferenças que o povo pode ter com ele. A democracia veio no caminho de corrigir isso, de considerar a voz e as características dos governados.
A comparação é pertinente, pois a criança é o “povo da casa” dos pais, e é nela que o Superego será instalado: é preciso haver governo, mas é melhor se ele for democrático. Se democrático, a criança não será adestrada para ter um Superego. Ela terá valores dela, de seu Eu, de seu Ego.
O Superego defende valores certos, como a honestidade e a justiça, mas de forma errada (“você TEM QUE…”). A democracia convence seus governados (as crianças, no caso) de que esses valores lhes interessam, que eles podem ser absorvidos e praticados por gosto, não precisa ser por medo do castigo.
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