Eu nunca chamo quem me procura de “paciente”; eu chamo de cliente.
“Paciente” é um ser passivo à intervenção de um agente. Como nas cirurgias: um deitado e o outro em pé.
E o cliente é alguém que se senta comigo, e comigo se inclina para ver o problema. É um parceiro de trabalho.
Exatamente o que eu desejaria fazer junto com Freud: parceria de pesquisa.

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