terça-feira, 16 de junho de 2026

“PACIENTE?” NÃO, PACIENTE É DE CIRURGIÃO. EU TENHO “CLIENTES”

 


Eu nunca chamo quem me procura de “paciente”; eu chamo de cliente.

“Paciente” é um ser passivo à intervenção de um agente. Como nas cirurgias: um deitado e o outro em pé.

E o cliente é alguém que se senta comigo, e comigo se inclina para ver o problema. É um parceiro de trabalho.

Exatamente o que eu desejaria fazer junto com Freud: parceria de pesquisa.


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